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  • Carla Mariane F. Ferreira

Estudos científicos sobre a Drenagem Linfática Manual

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Estudos científicos sobre a Drenagem Linfática Manual


Os primeiros sinais históricos relacionados com o estudo do sistema linfático aconteceram em 1622 quando o italiano Asceli mostrava pela primeira vez na Universidade de Padova as contrações dos vasos linfáticos. Jean Pecquet em 1647 descreveu a “Cisterna de Chyli” e em 1876 Sappey desenhou um mapa ainda hoje válido descrevendo os valores linfáticos e os linfonodos do corpo humano. Porém, somente no nosso século nasceu a "linfologia", ou seja, o estudo da linfa e dos líquidos intersticiais.


A teoria da linfo-terapia Manual teve como precursor o prestigioso medico Emil Vodder, (nasceu em Copenhague - Dinamarca, em 20 de fevereiro de 1896) que se dedicou ao estudo das ciências biológicas, enfatizando a importância do sistema linfático, periférico e profundo, considerando a linfa como “fluído claro”; em seu registro mais geral, como um líquido intra e extracelular, humoral (interstício), que está em todas as vias linfáticas e em todos os gânglios. No princípio dos anos trinta (em 1932) nasce sua ideia de descobrir uma técnica manual para a saúde e publica suas investigações teóricas e práticas em revistas de saúde.


Em Copenhague, na Dinamarca. Dr. Emil e Estrid Vodder, sua esposa, cuja especialidade era a Naturopatia, começaram a aplicar a Drenagem Linfática Manual em seus pacientes, que apresentavam os gânglios linfáticos do pescoço edemaciados, e que padeciam de enfermidades crônicas das vias aéreas respiratórias superiores (sinusite, rinite, faringite...), com resultados muito bons. Em 1940, eles fundaram a primeira escola e clínica em Copenhague. O casal se dedicou a formar milhares de instrutores do seu método em toda a Europa, transmitindo assim os seus conhecimentos.


No entanto foi Kislin que descobriu que os vasos linfáticos são constituídos por diversos segmentos valvulares. Esta nova descoberta abriu grandes possibilidades de estudo aos pesquisadores do sistema linfático.


Entre outros importantes estudiosos do sistema linfático, relembramos particularmente Alexis Carrel, premio Nobel pela cultivação "in vitro" de células vivas, que confirma a grande importância da linfa na vida e até mesmo na renovação do líquido intersticial. Foi ele um dos fundadores do moderno sistema de transplante de órgãos. Carrel demostrou que as células sobreviveriam se o liquido linfático fosse renovado, fundando assim o método da regeneração da pele. Com seus estudos científicos demonstrou como as células se renovam e vivem mais tempo através do crescimento contínuo de "linfa fresca".

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