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  • Carla Mariane F. Ferreira

T.V.M - TERAPIA VACUUMLINFATICA MANUAL



A Drenagem Linfatica Fisiológica vaso motora, baseia-se na contrações dos gânglios linfáticos.


A TVM tem uma influência decisiva neste sistema de drenagem. De facto trabalhando em sincronismo com as contrações e dilatações fisiológicas das vias linfáticas, cria-se uma onde peristática potencializada.


O automatismo Miocénico e o controle nervoso da atividade dos vasos, por meio de recetores que funcionam energicamente nas paredes vasculares, assegura o transporte coordenado da linfa.

Os principais estímulos fisiológicos são provocados a partir da compressão e da temperatura.


A frequência da contração dos linfagiões é aumentada através dos estímulos intravasculares e da distensão longitudinal/transversal.


As células musculares lisas têm reações elétricas e mecânicas. Como consequência de tudo isto, a TVM produz os estímulos de contrações fisiológicas do sistema linfático, de modo a facilitar a drenagem da linfa.


CONTRAINDICAÇÕES:

  • A TVM é contraindicada:

  • Nos doentes renais descompensados;

  • Leucemia;

  • Na mulher grávida;

  • Na tuberculose ganglionar;

  • Infeções;

  • Paciente com febre;

  • Tiroide;

  • Pré-operatório de cancro.

1. Sobre a musculatura simples


A T.V.M tem um efeito tonificante sobre a musculatura simples dos vasos sanguíneos. Isto é demonstrado pela palidez da pele durante a drenagem. A pressão sanguínea desce, enquanto a pressão hidroestática a nível dos capilares aumenta e o edema diminui.


2. Sobre o sistema nervosa vegetativo


Provoca, com a manipulação, lenta e repetida, um benefício vagotônico (anti-stress) sobre o sistema nervoso vegetativo.


3. Sobre a resposta imunológica


Com a T.V.M tem-se uma boa resposta imunológica que se deve ao facto de as substâncias patogénicas presente no líquido intersticial serem eliminadas mais rapidamente, graças à estimulação dos gânglios linfáticos. Em geral, a defesa e a eliminação de infecções por micro-organismos, depende do grau de resistência e de imunidade.


Trecho do estudo de Dra. Maria Inès Fernandez

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